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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Reunião do Luz do Saber Infantil na Seduc


REUNIÃO DO LUZ DO SABER INFANTIL
NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ – SEDUC
DIA 14 DE OUTUBRO DE 2015 – DE 8h ás 12h

O município de Aracati-CE através da Coordenadoria de Suporte às Tecnologias Educacionais – CTE da Secretaria de Educação do Aracati foi convidado para participar e apresentar o trabalho que vem sendo desenvolvido nas escolas municipais do Luz do Saber Infantil e da Informática Educativa desde de 2013, na Secretaria de Educação do Estado do Ceará – SEDUC, com a presença do Secretário do Estado do Ceará, o Sr. Maurício Holanda; o Coordenador da Cooperação com os Municípios – Copem, o Sr. Henrique Cezar. Participaram também o Sr. Marcos Dionísio Assessor de Tecnologias Educacionais da Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza e Pesquisador na SEDUC; a Sra. Viviane Pereira Colaboradora da SEDUC, e os Municípios: Maracanaú, Eusébio, Araripe, Fortaleza.

O Luz do Saber Infantil é um recurso didático que tem por objetivo contribuir para a alfabetização de crianças, além de promover a inserção na cultura digital. É um software de autoria embasado primordialmente, na teoria do educador Paulo Freire. Considera também algumas contribuições de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky acerca do processo de aquisição do código linguístico. A informática Educativa é um programa municipal de inclusão digital, oportunizando, através dos recursos tecnológicos, novos conhecimentos. A Informática Educativa tem como objetivo principal subsidiar a práxis do professor a auxiliar o aluno a adquirir novas habilidades e competências, oferecendo-lhe um ensino-aprendizagem prazeroso e significativo. Esses dois programas desenvolve-se nas escolas municipais desde de 2013, e na reunião citada foram apresentados, os gráficos, os dados, e o desenvolvimento do trabalho pela Seduca e pela Secretaria de Educação do município.


 O ponto principal da reunião foi para pensarmos a logística do programa Luz do Saber Infantil para 2016, com ênfase para o novo software e para a nova metodologia de trabalho.  








segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Brincar um jeito divertido de aprender


A Revista Nova Escola do mês de abril traz várias brincadeiras infantil em ordem alfabética em vídeos, e mostra como o professor pode trabalhar na sala de aula as brincadeiras ao mesmo tempo tempo que trabalha os conteúdos. No vídeo abaixo a brincadeira é amarelinha, vocês podem baixar todos os vídeos no site da Revista Nova Escola. 




Muitas vezes ouvimos dos professores e até mesmo dos pais reclamações de que algumas as crianças aprendem rapidinho o que não deveriam aprender, e os conteúdos dados na escola que é bom, nada!!! Mas nunca nos questionamentos o porquê desse aprendizado tão rápido se na escola ela aparentemente não assimila os conteúdos.

É de conhecimento de todos nós que o lúdico encanta enquanto ensina, chama a atenção, desperta prazer, curiosidade, vontade de participar também. Quanto tempo leva pra uma criança aprender um novo jogo e suas regras? Uma rodada talvez! Executar todos os aplicativos nos Smartphones dos pais? Alguns minutos quem sabe!!!

Isso se da por sua curiosidade, por gostar do que esta fazendo, e porque na sala de aula tem que ser diferente, porque não aprender brincando, aguçando sua curiosidade com o uso das TICs, com jogos que elas conheçam, ou que possam ser apresentados  elas, como os que brincávamos na rua quando crianças.

Quantos de nós professores tiveram seus primeiros contatos com o mundo das letras e dos números nas brincadeiras de roda, de escolinha, pula corda, brincadeira com pedras. Assim também nossos alunos, possuem já um determinado conhecimento adquirido no ambiente e familiar e nas brincadeiras com os colegas ou no computador, Smartphone, vídeo games e demais jogos.

O que devemos fazer para eles aprenderem com a mesma facilidade é trazer um pouco do seu mundo, do seu cotidiano, do que gosta de fazer, de brincar, e adequar ao que precisa ser aprendido. A criança tem necessidade de aprender, ela busca por esse aprendizado em todos os momentos, então precisamos direcionar essa vontade, esse querer, para os conteúdos da sala de aula.

Erloneide Gomes






domingo, 31 de agosto de 2014

Importância da Sala de Informática nas escolas



Esse vídeo gravado na E. E. B. Galeazzo Paganelli mostra claramente que o bom uso da sala de informática faz muita diferença na aprendizagem dos alunos, contribuindo significativamente no trabalho do professor, haja vista ouvirmos diariamente sobre sobre a falta de interesse dos alunos. É comum encontrarmos professores reclamando sempre da falta de interesse dos alunos, do não querer aprender, sem perspectivas de futuro, sonhos, objetivos, mas esquecemos que os alunos pertencem a uma outra geração, hoje a geração informatizada, no entanto queremos que eles aprendam da mesma forma que começamos a ensinar há décadas passadas. É querer muito que o aluno tenha os mesmos interesses e comportamento, se a sociedade mudou, se tudo em volta do aluno evoluiu. 

Nós também evoluímos, fazemos uso das tecnologias no nossos dia a dia, porque a nossa prática pedagógica tem que continuar a mesma, porque queremos que os alunos aprendam do mesmo jeito, que nós aprendemos ou, mesmos os primeiros alunos de alguns professores da década de 1990. Precisamos incorporar a nossa prática pedagógica as ferramentas que utilizamos para facilitar a nossa vida fora e dentro da escola. Utilizamos os computadores para elaborarmos nossas atividades, imprimir as provas, computar os dados das avaliações, mas porque não diretamente na aprendizagem dos alunos.

Precisamos rever nossos conceitos, nossas prioridades, interesses e principalmente o que esta acontecendo a nossa volta, para garantir o direto do aluno a uma aprendizagem efetiva e significativa, objetivando o que tanto almejamos. 

Façamos uso das tecnologias que as escolas dispõem!

Erloneide Gomes

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Redes Sociais e crianças



Crianças e alguns adolescentes anda não possuem maturidade suficiente para distinguir o que é ou não perigoso nessas redes sociais, bem como as consequências de certas postagens, como principalmente algumas fotos pessoais e íntimas. Escutamos diariamente sobre fraudes na internet, pedofilia, bullying, pornografia, homo fobismo, apologias ao uso de drogas, violência, crimes e tantos outros casos de racismo e preconceito. 

Todo mundo que faz uso das redes sociais está vulnerável a tudo que é postado e compartilhado, mas se você maturidade, conhecimento de como se livrar, ou ignorar certas postagens isso pode não lhe atingir, mas nossas crianças e adolescentes não possuem maturidade e conhecimento dos riscos que correm, ter capacidade para separar o certo do errado baseados nos valores ainda em formação.  

Muitos são os aplicativos que informam a localização de quem faz uso dessas redes, tornando as crianças alvos fáceis de serem monitoradas e perseguidas.

As crianças estão sucessíveis a golpes, links e plugins maliciosos.

Lembrando que no caso dessas redes sociais, há uma idade mínima para se cadastrar que é de 13 anos, embora temos crianças que possuem um perfil, pois colocou outra idade.

Muitos são riscos que as crianças e adolescentes correm fazendo uso dessas redes, mas isso não quer dizer que elas sejam vilãs, há coisas que essas crianças e adolescentes podem aprendem, desde que haja um monitoramento e orientação dos pais e/ou responsáveis.

Sabemos que o uso excessivo da web, jogos é prejudicial causando vários transtornos como distúrbios do sono, depressão, isolamento social, cefaleia, otite, dor lombar, stress, obesidade, D.O.R.T e LER, entre outras.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Uso das TICs na aprendizagem


Não é mais possível em meio a tantas tecnologias, nossa escolas se manterem inercie em relação as TICs como recurso didático na aprendizagem dos nossos alunos.


Já é de conhecimento de todos que muitos de nossos alunos tem contato a essas novas tecnologias independentemente das classes sociais. Eles estão antenados ao que a sociedade oferece de moderno de acordo com sua classe econômica e, muitas vezes vão além do que realmente poderiam comprar, fazendo seus pais se endividarem para terem os mais modernos aparelhos.


A tecnologia provoca mudanças tanto no nosso comportamento como na forma em que aprendemos e, principalmente no nosso relacionamento com o mundo 'tecnológico' que vivemos hoje. Mas infelizmente nossas escolas ainda não conseguem perceber o papel dessas tecnologias na informática educativa, ou seja, como uma ferramenta de apoio e complemento às matérias vistas em sala de aula.

A maioria das escolas se negam a trabalhar as TICs por não haver um técnico em informática, como se esse, tivesse preparação pedagógica, fosse o professor e o único responsável pelo aprendizagem através das TICs e sem nenhuma ligação ao que se esta lecionando em sala de aula, como um conteúdo independente, sem maiores propósitos pedagógicos para aprendizagem.

Quando acessamos algumas redes sociais encontramos nela alguns de nossos professores e percebemos que eles não estão tão alienados assim, como alguns se dizem, em relação as essas tecnologias. Isto nos mostra que assim como nossos alunos, eles fazem uso das mesma, seja como entretenimento, como recurso de pesquisa, como ferramenta de estudo na sua graduação, pós-graduação, ou outros cursos, para acesso aos encaminhamentos dados pelo corpo técnico da Secretaria de Educação. Mas mesmo assim, ainda não percebem como recuso pedagógico na sua sala de aula, e não uma sala à parte. Continuando a lecionar com os mesmos recursos que também foram ensinados, em uma outra realidade. Continuam reclamando da falta de interesse dos alunos pela escola e aprendizagem, e para amenizar essa falta de interesse buscam fórmulas prontas que estão saturadas a essa nova realidade, não conseguem ver ao seu redor as possibilidades e tecnologias disponíveis na escola.

Para o professor fazem bom uso dessas ferramentas ele não precisa ser um especialista na área, um pouquinho de vontade, de querer fazer e conhecer o potencial dessas tecnologias, já é um passo importante para que ele consiga inserir no dessas tecnologias.

Não queremos aqui que o professor mude radicalmente a sua prática pedagógica, mas que ele se permita o novo, a conhecer e aos poucos ir introduzindo às suas aulas, garantido aos nossos alunos o que lhe é de direito, uma educação voltada às necessidades da nova sociedade.

Erloneide Gomes





quarta-feira, 16 de julho de 2014

Lenda: Montanha do Fantasma




Autoria: Artur Souza Viana
Produção Independente

Artur Sousa Viana, 8 anos, cria lenda e grava vídeo contando sua história e posta em rede social.

O vídeo desenvolvido por essa criança mostra, além da sua capacidade de criação e determinação, o desejo de mostrar a todos a sua criação. Podemos perceber que toda criança é capaz de produzir, precisa apenas de um objeto motivador, que pode ser a família, a escola, amigos ou ainda as TICs, bem como precisa ser valorizado pelo que faz, ela precisa mostrar para todo mundo o que foi capaz de fazer.

Tendo como exemplo esse vídeo, podemos imaginar várias ações que, enquanto educadores, podemos desenvolver em nossa sala de aula usando as TICs, cabe a cada um de nós a perceber os recursos tecnológicos que nossas escolas possuem hoje e buscar o diferente para tornar a aprendizagem mais significativa, em que os alunos se tornam atores ativos na sua aprendizagem.

Parabenizamos o Artur Viana por iniciativa e criatividade. Esperamos outras produções e que sua ideia possa ser copiada por outras crianças.



quarta-feira, 30 de abril de 2014

As Tecnologias na Educação

Mas e a educação, a escola e o professor? Por que nada disso parece afetá-los ou mesmo lhes dizer respeito?
Deixemos de lado, por um momento, a educação não-formal, e concentremos nossa atenção na escola e no seu principal agente, o professor. O que acontece com a escola, que faz com que, apesar de virtualmente todas as outras áreas de nossa sociedade estarem se transformando, em grande parte em função da introdução de tecnologia, especialmente de computadores, a escola continue a operar como se nada disso lhe fosse relevante, tornando-se uma ilha não-tecnológica num mar de tecnologia?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

" O acesso a Informática deve ser visto como um direito e, portanto, nas escolas públicas e particulares o estudante deve poder usufruir de uma educação que no momento atual inclua, no mínimo, uma 'alfabetização tecnológica'. Tal alfabetização deve ser vista não como um curso de Informática, mas, sim, como um aprender a ler essa nova mídia. Assim, o computador deve estar inserido em Atividades essenciais, tais como aprender a ler, escrever, compreender textos, entender gráficos, contar desenvolver noções espaciais etc. E, nesse sentido, a Informática na escola passa a ser parte da resposta a questões ligadas à cidadania."
BORBA (2001)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Luz do Saber Infantil



O Software Luz do Saber Infantil é um recurso didático é um recurso que tem por objetivo contribuir para a alfabetização de crianças, além de promover a inclusão na cultura digital.

     O Luz do Saber foi desenvolvido pela Casa Brasil e Associação Beneficente Casa da União, um programa de inserção tecnológica do governo federal, e apoiado pela Secretaria de Educação do Estado do Ceará e será disponibilizado para as Secretarias Estaduais e Municipais de educação, Escolas Públicas, ONGs, Associações Comunitárias, Movimentos Populares, Sindicatos e demais instituições que atendem a esse público-alvo.
     Este manual tem o propósito de auxiliá-lo (a) na utilização do software Luz do Saber Infantil através de sugestões para o planejamento, acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem.